A Argentina declarou moratória (adiamento dos pagamentos) de parte  de sua divida de curto prazo e renegociar as de médio e longo prazos. Nem mesmo o FMI (Fundo Monetário Internacional) escapou. O país adquiriu uma linha de crédito com o fundo em junho de 2018 no valor de US$ 57 Bilhões.

A decisão foi anunciada na quarta-feira(28) pelo ministro da Fazenda, Hernán Lacunza.

Em um dia tenso com o dólar ultrapassando a casa dos 60 pesos e manifestantes ocupando a Praça de Maio, o presidente Macri passou a manhã reunido com a sua equipe econômica e congressistas de sua base de apoio.

A Argentina atravessa turbulências financeiras, com uma depreciação superior a 20% do valor do peso e uma subida que ultrapassou os 2.000 pontos no índice de risco país, após Macri perder as primárias em 11 de agosto, contra o peronista Alberto Fernández que é o favorito nas eleições marcadas para 27 de outubro.