O Facebook vem se tornando um caminho encontrado para reivindicar, criticar ou sugerir alterações de ações realizadas pelos agentes do poder público, sejam eles dos Governos: Municipal, Estadual ou da União.

O Vereador Júnior Baptista (Avante) usou sua conta para solicitar do Comitê de Crise da Estância Turística de Paraguaçu Paulista/SP, mudanças no formato adotado para o horário de funcionamento do comércio local. O Vereador acredita que novo formato colocado pela gestão do município não está sendo eficiente.

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Foto: Vereador Júnior Baptista (Avante) – Reprodução Rede Social

Para o Vereador a “Diminuição do horário de funcionamento do comércio: NÃO FUNCIONOU! “. O Vereador disse que a Casa não foi ouvida e que é preciso criar novas estratégias.

A Redação do BOONDE News endossa o que o Vereador Júnior Baptista (Avante) relatou, também recebemos várias criticas de comerciantes, principalmente dos proprietários de bares, mercadinhos de pequeno porte e outros seguimentos que disseram não terem sido ouvidos quanto ao horário estabelecido. Ações por parte dos gestores sem o devido diálogo tornou-se constante nos dias atuais, passam por cima como um trator, deixando de ouvir órgãos de Fiscalização (Câmara Municipal) e os pequenos empresários, colocando aquilo que pensam como sendo o correto a ser seguido.

“A verdade é que estamos vivendo no município um verdadeiro estado de exceção. Nossos governantes fazem o que desejam sem se preocupar em ouvir ninguém” disse um comerciante local, que prosseguiu:

“Nós, donos de bares não fomos ouvidos, fora isso promovem mudanças pensando que o que é bom para o grande Supermercado é bom para o médio e o pequeno, e não é. Infelizmente não há respeito por parte da administração municipal. Somos colocados de escanteio quando as decisões são tomadas, isso é um erro, isso é uma falta de consideração. Enquanto nós amargamos o nosso prejuízo diário, as Usinas continuam prestando serviço com funcionários morrendo pela COVID-19, e o pior, sem alarde algum por parte das autoridades. Será que a COVID-19 respeita apenas quem trabalha nas Usinas”, desabafou o comerciante.