© Rogério Santana/Divulgação Governo do RJ

Funcionários do hospital de campanha do Maracanã, no Rio de Janeiro, denunciaram a retirada de 20 dos 29 respiradores da unidade na sexta-feira, 15. Os equipamentos novos foram levados para a unidade hospitalar provisória de São Gonçalo.

De acordo com informações da Rede Globo, a decisão pegou a equipe médica de surpresa. Alguns dos respiradores, segundo a denúncia, estariam sendo usados por pacientes em tratamento de Covid-19 no momento da retirada. Eles foram substituídos por equipamentos mais antigos e com recursos limitados.

Um funcionário chegou a dizer que tem “muito paciente indo a óbito” por conta do desfalque causado na estrutura de atendimento para o novo coronavírus.

O hospital de campanha do Maracanã começou a funcionar no sábado, 9, com capacidade para 400 leitos, 50 deles são de UTI (unidade de terapia intensiva). No entanto, ainda segundo apuração da Rede Globo, apenas 170 leitos estão funcionando. A unidade é uma das seis sob gestão do governo de Wilson Witzel.

Durante uma fiscalização no local, o Conselho Regional de Enfermagem (Coren-RJ) afirmou que a equipe médica tem apenas cinco copos de água para beber por plantão de 12 horas e está recebendo salário abaixo do piso.

Procurada pela emissora, a Secretaria Estadual de Saúde do Rio disse que vai apurar o caso e se constatar as irregularidades, vai notificar a Organização Social Iabas, responsável pela administração do hospital do Maracanã.

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Coronavírus no país

No sábado, o Brasil se tornou no 4° país do mundo em número de casos de covid-19. Ao todo, foram mais de 233,1 mil confirmados e mais de 15,6 mil mortes pela doença,  superando a Itália e a Espanha.

Ministério da Saúde divulgou ainda que, ao todo, 9.672 pacientes se recuperaram, enquanto 127.837 estão em acompanhamento e 2.304 óbitos estão em investigação. A taxa de letalidade da doença no país é de 6,9%.