A revogação ocorre após o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmar que a MP era "capenga" e que deveria ser corrigida pelo governo. Além disso, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli disse pela manhã que ela deveria ser alterada para garantir segurança jurídica.

Mais cedo, Bolsonaro havia defendido a MP, afirmando, também em redes sociais, que "ao contrário do que espalham" o texto "resguarda ajuda possível para os empregados".

O texto da MP recebeu várias críticas, incluindo as de centrais sindicais e do Ministério Público do Trabalho.Parlamentares também disseram que iriam recorrer ao Supremo Tribunal Federal contra a medida.